Em 1994 o sonho de muitos colecionadores e saudosistas se tornou realidade. Os Falcons voltaram às lojas com o objetivo de ressuscitar a lenda que estava adormecida desde 1982, mas algo estava diferente naqueles Falcons, seu cabelo não era mais flocado e sim pintado, ele não tinha mais a famosa barba e os tão vivos na memória das pessoas olhos de águia.

Era um Falcon diferente, baseado na linha norte americana e o Torak deixou de ser um vilão espacial para ser um simples corpo humano com a cabeça cromada.

Esses fatores não desanimaram os colecionadores, pois lá estavam os Falcons que haviam sumido, com os corpos nos mesmos moldes, roupas e acessórios que apesar da qualidade inferior ainda eram do Falcon.

Nessa época, os colecionadores não fizeram tanta questão de colocar essas figuras em suas coleções, mas com o passar do tempo se deram conta que não importavam as mudanças, eles eram Falcons e precisavam habitar as coleções.

Hoje representam uma importante opção para novos colecionadores ou colecionadores que não fazem questão de itens das décadas de 70 e 80, para aqueles que customizam figuras ou até mesmo para completar a coleção equipando essas figuras com aventuras de caixas e cartelas.

1994 foi um ano com muitos fatos importantes no Brasil e no mundo. Se o último ano de criação (1982) do Falcon foi triste para o futebol eliminado pela Itália, 1994 foi de maior sorte para os torcedores brasileiros, pois o Brasil foi Campeão do Mundo na Copa dos Estados Unidos, contra a mesma Seleção Italiana.

Depois de seis sucessivas trocas de moedas e cortes de zeros, o Brasil ganha em 1º de julho sua nova moeda, o real. A moeda estável fez com que a tão temida inflação fosse debelada graças ao sucesso do Plano Real.

Tivemos o lançamento do anime Os Cavaleiros do Zodíaco conquista grande audiência para a Rede Manchete e as crianças acompanham a saga de Seiya e os Cavaleiros de Bronze.

Ayrton Senna estreava na Williams e era o favorito absoluto para a conquista do título mundial, e em Ímola, na Itália para a disputa do terceiro Grande Prêmio do ano, foi o mais triste fim de semana da história da categoria. Tudo começou em 29 de abril com o acidente de Rubens Barrichello que bateu na proteção de pneus na Variante baixa e teve um corte no nariz. No dia seguinte acontece o pior. O austriaco Roland Ratzenberger morre durante os treinos ao bater na curva Villeneuve. No dia 1º de maio na sétima volta da prova Senna lidera e entra na Tamburello, só que a barra de direção quebra no meio da reta e Senna passa reto. Desgovernada, a Williams bate violentamente contra o muro da Tamburello a mais de 200 km/h. A barra de direção se rompe e o braço da suspensão atinge a área entre a viseira e a borracha de proteção do capacete causando os ferimentos fatais. Senna foi levado ao Hospital Maggiore onde faleceu quatro horas depois. Era o desfecho de um dos finais de semana mais trágicos de todos os tempos.

O Palmeiras foi o campeão brasileiro de 94 depois de uma final tensa contra o Corinthians. O time de Luxemburgo conquistava seu segundo título seguido de Brasileirão.

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